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Cada vez mais empresas buscam estratégias de sucessão, preocupadas em fazer uma transição consolidada, até porque a maioria das empresas familiares sucumbe antes de chegar à terceira geração.
Histórias notórias de disputas entre herdeiros ou mesmo a desmedida gastança levou em alguns casos a inevitável dilapidação de fortunas familiares, pelo simples motivo de não terem se preparado para uma nova realidade.
Não só os litígios internos, mas a fraqueza da sociedade familiar, em determinadas situações, ficam expostas, o que demonstra ser a preservação patrimonial o caminho estratégico ideal para evitar o célebre ditado "pai rico, filhos nobres, netos pobres".
Uma empresa estruturada e com planejamento sucessório adequado estará sempre apta para enfrentar de forma eficaz não só a súbita ausência do patriarca, como também os casos de litígios entre herdeiros/sócios, separação entre cônjuges, abertura de capital, fusão ou mesmo venda total do negócio.
Através de uma holding familiar se tem o mecanismo mais eficaz na formatação da sucessão, evitando disputas entre sócios e herdeiros, para não comprometer a atividade do dia-a-dia, garantindo a continuidade do negócio, além das vantagens fiscais tributárias.
Problemas na sucessão familiar não estão restritos aos considerados bilionários ou milionários, pois a transmissão de qualquer fortuna necessita ser planejada. A procura por imóveis nos últimos anos, fez com que a valorização patrimonial atingisse picos assombrosos, elevando consideravelmente o valor a ser partilhado entre herdeiros.
O planejamento é a forma de evitar disputas entre herdeiros, pois falar sobre morte e herança não tende a ser um assunto fácil de ser tratado, contudo, é a forma mais inteligente de minimizar, no futuro, desgastes familiares.
Outra alternativa para fins de sucessão é o testamento, figura inserida no contexto legal como ato jurídico unilateral e personalíssimo, pelo qual uma pessoa capaz, atendido o que a lei prescreve, dispõe de seu patrimônio, total ou parcialmente, dando-lhe uma destinação após a sua morte e faz outras declarações de ultima vontade, uma vez que vincula todas as questões envolvendo acordos societários e regras de governança familiar.
Todas essas medidas podem trazer uma significativa economia, pois o custo total para transmissão de herança pode chegar a 15% do patrimônio, além do imposto que pode variar de 2% a 8% dependendo do Estado da Federação. |
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